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Publicado em 12/11/2014, às 15h40
Google decide lutar contra pirataria destacando sites legais

Páginas legalizadas — como Spotify e Google Play — aparecerão em minijanelas no topo e à direta na lista de resultados de busca

RIO - Em resposta aos executivos da indústria da música que estão frustrados com os sites ilegais que aparecem nos resultados de pesquisa do Google, a gigante das buscas anunciou mudanças no funcionamento de seu buscador, na tentativa de reduzir a pirataria on-line, informa o site da “BBC”.

A empresa tem sido criticada por permitir que as pessoas encontrem sites para baixar ilegalmente conteúdo para entretenimento.

Segundo executivos da indústria do entretenimento, os sites ilegais deve ser “rebaixados” nos resultados de pesquisa.

As novas medidas, muito bem acolhidas pelo grupo comercial de música BPI (British Phonographic Industry), em vez de atender diretamente ao pedido dos reclamantes, preferiu direcionar os usuários para alternativas legais, como Spotify e Google Play.

O Google agora listará esses serviços legalizados em uma caixa no topo dos resultados de busca, bem como em uma caixa no lado direito da página. Só que, todavia, estas chamadas serão anúncios -— ou seja, se os sites legais quiserem aparecer lá, terão de pagar ao Google para a colocação.

O BPI, disse que, embora esteja “amplamente” satisfeito com as mudanças do Google, ele não acha os que sites deveriam ter que pagar.

“Não deve haver nenhum custo quando se trata de servir aos consumidores com resultados de serviços legalizados”, disse um porta-voz à BBC. “Em vez disso, pedimos ao Google que utilize os dados legíveis por máquina no site ‘Music Matters’, que lista todos os serviços licenciados no Reino Unido. E também que promova estes sites legalizados acima dos ilegais”.

ESTATÍSTICAS

O BPI fez 43,3 milhões de pedidos para o Google para remover resultados de pesquisa em 2013. O grupo equivalente nos EUA, a RIAA, fez 31,6 milhões de solicitações semelhantes.

De moto próprio, o Google removeu 222 milhões de resultados de pesquisa em função de violações de direitos autorais. Seu sistema de identificação automática de conteúdo, que detecta material com direitos autorais, digitaliza diariamente uma quantidade de vídeos que equivaleria a 400 anos de reprodução, caso eles fossem exibidos em sequência.

Cerca de 300 milhões de vídeos foram marcados pelos detentores de direitos, o que significa que podem colocar publicidade sobre eles.

 

POR O GLOBO / COM SITES INTERNACIONAIS

21/10/2014 10:23 / ATUALIZADO 21/10/2014 10:34

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