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Publicado em 13/06/2012, às 11h07
Usuários continuam escolhendo senhas fracas para fazer login em sites

Faz 18 meses desde que mais de 188 mil senhas dos inscritos no Gawker foram arrebatadas por hackers e postadas na web, mas os consumidores não parecem mais inclinados a proteger suas contas agora do que estavam antes.

Uma análise das senhas mais comuns encontradas entre as milhões postadas na net por cibercriminosos coletadas do LinkedIn revela semelhanças entre elas e as favoritas dos usuários do Gawker.

Por exemplo, números consecutivos são populares nos dois grupos. Duas das senhas do “top 10” de usuários do LinkedIn eram "1234" e "12345", enquanto três do top 10 do Gawker eram "12345", "123456" e "12345678".

O top 10 do Gawker também tinha um número não-consecutivo, "111111", e um alfa numérico consecutivo, "abc123". Outras palavras-chaves do ranking eram menos óbvias, mas não mais fortes: “lifehacker”, “monkey” e “consumer”.

Os membros do LinkedIn tendem a ficar longe de velhas opções preguiçosas, como “password” e “qwerty” – ambas no top do Gawker – e focam mais em negócios (“job” e “work” estavam na lista), sexo (“sex” e “ilove”) ou religião (“god” e “angel”).

É óbvio que senhas curtas eram aceitas no LinkedIn, uma evidência no top 10 das vazadas. Usar o nome de um website como palavra-chave também é uma prática comum entre os que selecionam senhas fracas. Mas todos nós sabemos o quão ocupadas as pessoas de negócios podem ser e, aparentemente, muitos membros do LinkedIn não tiveram tempo para completar o nome do site no campo devido e usaram apenas "link" em seu lugar.

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