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Publicado em 31/05/2012, às 12h15
Redes sociais ampliam influência na decisão de consumo

A geração de consumidores que compram por meio, ou por influência, das redes sociais assumirá um papel de destaque nos padrões de consumo, diz estudo do banco Barclays, realizado no Reino Unido. Em 2021, o levantamento prevê que 41% dos consumidores serão influenciados pelas redes sociais, ou deverão usá-las para realizar compras.

As vendas no modelo social commerce duplicararão nos próximos cinco anos, alcançando mais de 3,3 bilhões de libras, ou 4,1 bilhões de euros, estima o banco. Na faixa etária dos 25 aos 34 anos o número de consumidores adeptos do social commerce deverá subir, de acordo com um comunicado da instituição.

O estudo do Barclays prevê que esse indicador atinja os 73% em 2021. Perto de 70% dos compradores online no Reino Unido, por exemplo, já são usuários ativos de redes sociais. O número de pessoas que compram por meio de sites como Facebook, Twitter e Pintesest crescerá, desempenhando um papel mais forte enquanto agentes influenciadores e integradores de múltiplos canais.

Os consumidores estão receptivos a novas ideias, sugestões e recomendações nas redes sociais. Assim, o banco espera que nos próximos cinco anos as vendas influenciadas pelas redes sociais dupliquem de 1,7 bilhão de euros para 4,1 bilhões de euros. Em comparação, o estudo prevê que as vendas diretas cresçam de 250 milhões de euros para perto de 374 milhões de euros.

Moda, calçado, música, filmes e produtos alimentares serão os segmentos que se beneficiarão de um crescimento nas vendas devido à influência das redes sociais.

“Quando alguém conhecido, em quem confiamos, nos recomenda algum produto, essa indicação ganha uma credibilidade enorme. E os consumidores não têm medo de expressar a opinião nas redes sociais, o quanto gostam ou não de um determinado produto ou serviço. Por sua vez, essa opinião cria uma espiral de opiniões sobre um produto ou marca”, explica Richard Lowe, líder de operações retalhistas no Barclays.

O executivo sugere que as empresas explorem novos meios de chegar às comunidades das redes sociais, de forma a criar experiências de compras cada vez mais personalizadas.

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